At 2.45 – Vendiam e Repartiam

“Vendiam as suas propriedades e outras coisas e dividiam o dinheiro com todos, de acordo com a necessidade de cada um”(At 2.45 NTLHE)
o Mestre
Para uma igreja que entendeu o evangelho, vivia junto e tinha tudo em comum; seria natural falar que as pessoas se auxiliassem de uma maneira como descrita no verso! Uma igreja que se apoiava e socorriam-se mutuamente – só o poder e graça de Deus são capazes disso.
Mas se isso foi possível na igreja primitiva; porque não acontece isso hoje? Será que o evangelho ou o Espírito Santo mudou a maneira de tocar e convencer as pessoas, ou as pessoas tornaram insensíveis a esse convencimento?
Acredito mais na frieza do ser humano, porque a Bíblia fala que Jesus é o mesmo ontem hoje e sempre será. (Hb 13.8) Não foi Jesus que mudou; e sim as pessoas. Preocupamos-nos mais com um cachorro do que com uma pessoa. Chegamos a gastar milhares de reais com despesas para um animal, cachorro, gato, ou com um carro, uma TV importada ou com últimos recursos; mas não somos capazes de nos importar com a dificuldade do nosso irmão.
Mas ainda sou grato a Deus, e louvo a Deus por igrejas que ainda vivem o que a igreja primitiva vivia. Igrejas que vivem uma comunhão, em que irmãos se importam com os outros, e estão dispostos a se sacrificar em prol do irmão. Isso é o poder de Deus, e é fascinante. Oh quão bom quando os irmãos vivem em comunhão; e é realmente bom! Não tem explicação! Não tem como descrever!
Não sei como está a sua vida! Não sei se você tem se importado mais com as pessoas do que com cachorros, gatos ou outras coisas. Não sei se você tem de fato vivido em uma comunidade ou igreja que vive isso de fato; mas de fato talvez a hora de você analisar tudo isso e viver segundo os mandamentos e padrões de Deus.
Deus nos incomode para de fato viver segundo os teus ensinamentos – Joel Amaro.

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2 Respostas para “At 2.45 – Vendiam e Repartiam

  1. Republicou isso em Rika Ferreirae comentado:
    Eu tenho que concordar com quem escreveu estas palavras, e as escuto com certa alegria, como protestante me assusto com os discursos repetidos de ofertantes e dizimistas que afirmam que, por eles darem certa quantia, suas vidas prosperam.
    Porque me espanto, muitas destas mesmas pessoas passam ao lado de irmãos na fé mal vestidos, ou necessitados e não expressam a mínima compaixão.
    Isso que causa reflexão, que prosperidade é essa que fecha o coração?
    Que motivação é esta?
    Escuto que é dando que se recebe, e olho para a bíblia e leio que “mais bem aventurada coisa é dar do que receber”.
    Vejo Jesus dizendo que aquele que tem duas túnicas que reparta com aquele que não tem.
    Tenho me calado ante a isso, não falar mal da Igreja e já acabo falando, então, que este tipo de pensamento se volte para mim mesma. Longe de mim entender que não se deve contribuir com os “templos”.
    Sobretudo que a essência não seja perdida. O amor de Deus é a essência, tudo que deve ser feito precisa ter esta motivação. Que minha motivação com isto seja o amor ao Evangelho, que tem tanta beleza.
    Da’at, conhecimento. Deus não é contrário ao conhecimento. Lemos que devemos prosseguir em conhecer. Todos que se dizem cristãos, católicos ou protestantes, temos que buscar o conhecimento das escrituras para não sermos levados pelos ventos de doutrinas humanas.
    Sabemos que nos dias atuais, pela pureza da igreja primitiva já ter se perdido na totalidade dos seguidores de Cristo, não encontramos mais facilidade para vivermos como no início, com um sistema quase socialista onde todos dividiam tudo entre si e tinham tudo em comum.
    Sabemos também que todos divergimos teologicamente, eu mesma sou aversa a tal teologia da prosperidade, ou todas as mansões do planeta teriam que ser de cristãos dizimistas, e muitas vezes é de pessoas corruptas que mais estão para arrancar dinheiro alheio do que doar para instituições.
    Que possamos estudar sobre dízimos e ofertas.
    Que possamos perguntar ao Espírito Santo a melhor forma de não nos afastarmos mais, todos os cristãos, do que já temos nos afastado.
    Comunhão. Tudo em comum. Paz. Ajudarmos. Respeitarmos até mesmo nossas diferenças teológicas.
    O que o Mestre Jesus faria?

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